Marie, LisboaAdam, Tel AvivYasmine, CasablancaPaolo, FlorençaAïcha, BruxelasO amor é universal#DeusAmaaDiversidadeMarie, LisboaAdam, Tel AvivYasmine, CasablancaPaolo, FlorençaAïcha, BruxelasO amor é universal#DeusAmaaDiversidadeMarie, LisboaAdam, Tel AvivYasmine, CasablancaPaolo, FlorençaAïcha, BruxelasO amor é universal#DeusAmaaDiversidade

Quatro verdades simples

O argumento

Uma leitura inclusiva dos textos sagrados se baseia em quatro fundações sólidas, compartilhadas pelos teólogos contemporâneos das três religiões monoteístas.

Deus é amor universal

As grandes religiões monoteístas baseiam-se no amor, na compaixão e na justiça. Nenhuma condenação explícita da homossexualidade é feita por Jesus, que prega a inclusão dos marginalizados e o acolhimento incondicional.

02. Os textos são contextualizados

As passagens usadas contra as pessoas LGBT devem ser compreendidas em seu contexto histórico: ritos pagãos, normas sociais antigas, códigos de pureza tribais. Ler esses textos fora de contexto trai sua intenção espiritual.

03. A interpretação é humana

As leituras religiosas foram influenciadas por normas culturais: patriarcado, heterocentrismo, estruturas de poder. Reconhecer a dimensão humana da interpretação é abrir o caminho para releituras fiéis ao espírito dos textos.

04. Fé e diversidade são compatíveis

Muitas comunidades religiosas inclusivas existem em todo o mundo: paróquias abertas, sinagogas reformadas, mesquitas progressistas. Todos os dias, teólogos publicam releituras inclusivas aclamadas.

Um novo mandamento lhes dou: amem-se uns aos outros, como eu os amei. — Evangelho de João 13:34